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Slipknot...is gone?

Em meados de 1999, 9 caras de Iowa surgiam para o mundo musical. Com um visual que chocava o púlbico, usando máscaras e macacões e utilizando números no lugar de seus nomes. E também não era apenas o seu visual que chocava as pessoas, mas principalmente a brutalidade que conseguiam passar em suas músicas. Assim, nascia para o mundo uma banda que a princípio espantou pessoas e conseguiu muitos seguidores e que poucos imaginavam que de uma cidade pacata como Des Moines o mundo iria conhecer o Slipknot. Com os hits “Wait and Bleed”, “Spit It Out” e as apresentações no aclamado festival “Ozzfest”, a banda conseguiu seu espaço no meio musical e por que não dizer, merecidamente? Raiva e ódio são as palavras que definem muito bem o segundo álbum da banda. “Iowa” se tornou um dos álbuns mais polêmicos, mais aclamados e na minha opinião, um dos mais pesados de toda história. Não por simplesmente ter 9 caras fazendo barulho e sim por toda a atmosfera criada dentro de cada música executada, e que ao ler as suas letras ter vontade de sair e quebrar tudo ao seu redor, isso é o seu grande diferencial.

O que faz o Slipknot ser o Slipknot definitivamente, é a união desses 9 membros máscarados, que sabem muito bem transmitir qualquer tipo de emoção em suas músicas. E que mesmo em seu 3º álbum, “Vol.3: (The Subliminal Verses)”, tendo lá suas mudanças e menos raiva e ódio dos álbuns anteriores, não deixa de ter suas emoções retratadas em letras doentias. O tão aguardado “All Hope Is Gone” é um trabalho marcado pela união que a muito tempo não se via na banda, e que mesmo em músicas retratando as emoções pessoais de Corey Taylor, a banda continuou sólida e aparentemente “sem conflitos internos”, o que não ocorreu em suas pausas durante os álbuns “Iowa” e “Vol.3″.

A morte do baixista e um dos fundadores da banda, Paul Gray, fazem com que todos (inclusive os integrantes da banda) fiquem com um ponto de interrogração no futuro de uma banda que é amada e odiada sem possuir um meio termo. Declarações de Joey afirmam que o Slipknot continuará, outras de Corey dizem que não se sabe qual será o futuro do grupo. O fato é que a união dos máscarados de Iowa foi abalada e que perder um dos membros com certeza era algo que estava fora de cogitação. Muitos acham que a banda deveria acabar e outros acham que o Slipknot não será o mesmo sem o seu baixista. Mas o meu maior medo, é que a banda concentre suas emoções em uma única coisa: a morte de Paul Gray.


Crítica por: @marc_90s

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